O sulco nasogeniano é a linha que vai da lateral do nariz até o canto da boca. Ele existe em quase todo mundo, em algum grau, porque é onde a pele dobra quando o músculo da bochecha se move. O problema não é a linha existir. É quando ela fica marcada mesmo com o rosto em repouso — aí passa a ser percebida como sinal de idade, e é isso que costuma levar a paciente a procurar avaliação.
Por que o sulco se forma
Não é uma causa só. São camadas se somando ao longo dos anos:
- Perda de sustentação óssea: a maxila e a região ao redor do nariz sofrem reabsorção óssea gradual, e o suporte que segurava a bochecha no lugar diminui.
- Deslocamento da gordura facial: o rosto tem compartimentos de gordura presos por ligamentos. Com o tempo, esses ligamentos afrouxam e a gordura que ficava alta na bochecha desce, empilhando tecido sobre a linha do sulco.
- Perda de colágeno e elastina na derme: a pele fica mais fina e menos capaz de resistir à tração da musculatura facial, o que acentua a marca.
- Padrão de expressão: quem sorri muito ou tem musculatura orofacial mais ativa tende a marcar o sulco mais cedo, independente da idade.
- Genética e estrutura óssea de base: pessoas com maçãs do rosto mais baixas ou face mais estreita costumam apresentar o sulco marcado antes.
Na prática, a maioria dos casos combina pelo menos três desses fatores. É por isso que tratar só a linha em si — sem olhar o que está acontecendo embaixo dela — raramente é a abordagem mais completa.
O que a avaliação profissional observa
Antes de indicar qualquer conduta, o que se examina é a origem predominante do sulco naquele rosto específico. Um sulco causado principalmente por perda de volume na bochecha pede uma lógica diferente de um sulco causado por flacidez de pele com pouca perda de volume. Também entra na avaliação:
- Grau de profundidade do sulco em repouso e em movimento
- Qualidade e espessura da pele na região
- Presença de flacidez associada em outras áreas do terço médio da face
- Histórico de procedimentos anteriores na região
Esse exame é sempre presencial. Fotografia e vídeo ajudam a mostrar o problema, mas não substituem a avaliação com as mãos e com o rosto em movimento.
Abordagens que atuam sobre a região
Duas linhas de trabalho costumam ser consideradas para quem procura a Dra. Gabriela Ferrari com queixa de sulco nasogeniano:
Neo Skin, método próprio de bioregeneração facial conduzido pessoalmente pela Dra. Gabriela, sem cirurgia e sem procedimentos invasivos. O método trabalha firmeza e sustentação do contorno do rosto, além da textura da pele — dois pontos que têm relação direta com o quanto o sulco aparece marcado. O protocolo e o número de sessões são definidos caso a caso, na consulta de avaliação, porque cada pele responde de um jeito.
Harmonização orofacial, indicada quando a avaliação identifica perda de volume estrutural como fator relevante na formação do sulco. A técnica é aplicada conforme a indicação de cada caso, sempre após exame individual.
Em ambos os casos, o que se pode afirmar é o que o procedimento atua — firmeza, sustentação, textura, volume. O quanto isso se reflete no sulco de cada pessoa depende da avaliação presencial e da resposta do organismo, e é exatamente por isso que não existe protocolo padrão prometido antes do exame.
O que não faz sentido esperar
Vale dizer o que não funciona bem sozinho: cremes vendidos como “anti-bigode chinês” não alteram estrutura óssea nem reposicionam gordura facial — atuam, no máximo, na superfície da pele. E procedimentos escolhidos sem identificar a causa predominante do sulco tendem a gerar resultado abaixo do esperado, porque tratam o sintoma sem endereçar o que está por trás dele. Isso não quer dizer que toda queixa precise de intervenção — em muitos casos, o sulco discreto não exige tratamento nenhum, só acompanhamento.
Se você quer entender o que está causando o seu sulco nasogeniano e o que faz sentido no seu caso, fale com a Dra. Gabriela Ferrari pelo WhatsApp.
Dra. Gabriela Ferrari — CRO 114.132