A consulta de avaliação facial é o único momento em que se decide se um procedimento faz sentido para o seu rosto — e qual. Não existe protocolo padrão aplicado antes de olhar o caso. É nessa etapa que a Dra. Gabriela Ferrari define, com a paciente na cadeira, o que será trabalhado e como.
Antes da consulta: o caminho até a cadeira
O processo não começa na sala de atendimento. Começa no formulário de avaliação disponível no site. A partir dele, a secretária entra em contato pelo WhatsApp para entender a queixa principal e organizar a agenda. Só depois disso é marcada a consulta de avaliação presencial, no consultório da Vila Santista, em Atibaia.
Esse formato existe por um motivo simples: harmonização facial e rejuvenescimento sem cirurgia dependem de exame direto da pele, da musculatura e da estrutura óssea. Nenhum protocolo é fechado remotamente.
Como é a primeira consulta de rejuvenescimento facial
Na primeira consulta de rejuvenescimento facial, a Dra. Gabriela ouve a queixa da paciente antes de examinar qualquer coisa. O que incomoda mais: a flacidez na região da mandíbula? O olhar cansado? As marcas de expressão que aparecem em fotos? Essa conversa inicial direciona o exame clínico que vem em seguida.
Depois da conversa, ela avalia:
- Firmeza e sustentação do contorno do rosto
- Textura e aspecto geral da pele
- Região ao redor dos olhos, onde o cansaço costuma aparecer primeiro
- Marcas de expressão e onde elas se concentram
- Simetria e proporção entre as regiões do rosto
Não é uma consulta de dez minutos. Cada ponto observado entra na decisão sobre qual técnica — ou combinação de técnicas — tem indicação para aquele caso específico.
O que muda entre uma avaliação e outra
Duas pacientes com a mesma queixa — “meu rosto parece cansado” — podem sair da avaliação com planos completamente diferentes. Uma pele com flacidez mais acentuada pede uma abordagem; uma pele com textura irregular mas pouca flacidez pede outra. Isso é o que separa uma avaliação de verdade de um cardápio de procedimentos oferecido sem exame.
O método Neo Skin, por exemplo, é indicado para quem busca trabalhar firmeza, textura, a região dos olhos e as marcas de expressão — mas o número de sessões e a combinação de técnicas dentro do método são definidos caso a caso. Se o seu caso responde melhor a um protocolo mais espaçado ou mais intensivo, isso só a avaliação presencial responde.
O que sai da consulta: o plano de tratamento facial
Ao final da avaliação, a paciente sai com um plano de tratamento facial escrito, não uma promessa verbal. Esse plano inclui:
- Qual técnica (ou técnicas) tem indicação para o caso
- A ordem sugerida de execução, quando há mais de um procedimento envolvido
- Orientações de preparo, se houver
- O que será acompanhado no pós-procedimento
O plano é individual. Ele não é uma tabela de preços nem uma estimativa de prazo — porque a resposta de cada organismo ao tratamento varia, e prometer prazo fechado antes de começar seria enganar a paciente. O que se sabe, na saída da consulta, é o caminho técnico definido. O ritmo de cada etapa se confirma durante o acompanhamento.
Quando a resposta não é “pode começar já”
Nem toda avaliação termina com indicação imediata de procedimento. Às vezes a pele pede outro momento, outra rotina de cuidado prévio, ou simplesmente mais conversa sobre expectativa antes de qualquer intervenção. Isso também é resultado da consulta — e é tão válido quanto sair com uma agenda de sessões marcada. Uma avaliação séria admite quando o caso ainda não está pronto para o passo seguinte.
Se você quer entender o que a avaliação diria sobre o seu rosto, o caminho é o mesmo: preencher o formulário ou falar direto comigo. Fale com a Dra. Gabriela pelo WhatsApp.
Dra. Gabriela Ferrari — CRO 114.132